Etiqueta: Entrevistas a autores africanos

ENTREVISTA AO POETA HÉLDER SIMBAD

“Enquanto não industrializarmos as nossas artes e não educarmos as pessoas que a arte é condição indispensável para o desenvolvimento sociocultural, continuaremos a ter problemas que até certo ponto são transversais. Porque a arte encerra outras dimensões para além da estética e sociocultural, cognitiva, curativa e outras”.

Entrevista ao poeta Ângelo Reis “O poeta dos pés descalços”

Biografia Ângelo Miguel Domingos dos Reis, nasceu em Luanda, aos 26-02-1978, e teve os primeiros passos da sua vida na antiga Nova Lisboa, actual Província do Huambo, onde nasceu o seu pai. Aos nove anos de idade devido ao factor guerra civil que se desenrolava no país, é levado para Portugal, pela sua avó Maria

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Meu Amor da Rua Onze – Aires de Almeida Santos

Tantas juras nós trocámos, Tantas promessas fizemos, Tantos beijos nos roubámos Tantos abraços nós demos. Meu amor da Rua Onze,

Entrevista ao escritor moçambicano Jorge Viegas

Jorge Alberto Viegas nasceu no dia 06 de Novembro de 1947 em Quelimane, Moçambique. Publicou os livros «Os Milagres», Quelimane, 1966; «O Núcleo Tenaz», Lisboa, Edições 70,1982 e «Novelo de Chamas», Lisboa, Edições ALAC – África, Literatura, Arte e Cultura, Lda, 1989. Figura em «Cadernos Caliban nº 1 e nº 3/4» – 1971 e 1972,

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Batuque

Batuque… Batuque… Batuque… Batuque… Tuque… Tuque… Tuque O batuque tocou Ao som da marimba E o corpo da negra Dança e ginga

Impressões de Tindouf – Uma Terra Desconhecida

Confesso a verdade mais verdadeira que já confessei uma vez: nunca havia ouvido falar dessa terra! Estamos assentados nos assentos de um autocarro, em caravana, depois de a noite passada nos ter passado num hotel luxuoso e confortável. Dizem que a vida é viva por causa dos contrastes dela. O autocarro nos transporta, como transporta animais humanos, e

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Entrevista a Delmar Gonçalves, poeta e escritor moçambicano

Apelaria para que a Juventude Africana aposte forte na sua formação quer Académica quer Profissional, acredite em si própria e tenha fé e esperança no FUTURO, sem que isso signifique deixar de ser mais reivindicativa, mais crítica e auto-crítica no PRESENTE! Nada nos é dado de mão beijada, gratuitamente. Temos de lutar, lutar sempre  para

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