Etiqueta: Joaquim Caundo

A POLÍTICA DE NETO: Afirmação da construção de um Estado (Análise Literária do Discurso da Proclamação da República Popular de Angola – 11/11/1975)

Por: Isaac Jorge, Joaquim Caundo e Rosa Camolaquenda[1] INTRODUÇÃO A certos homens é-lhes incumbido não só o direito, como o dever passivo de velarem pelo bem comum, intrínseco a cada um de nós, desempenhando diversas funções para alcançarem tal fim. Como estipulou Maquiavel, “Tempos de guerra necessitam medidas extremas”, e estes momentos também requerem inevitavelmente

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COLÓQUIO CORDEIRO DA MATA

A ASSOCIAÇÃO MWELO WETO REALIZA NA FACULDADE DE LETRAS O COLÓQUIO CORDEIRO DA MATA Com o lema “promovendo poesia, por uma sociedade mais culta” – O COLÓQUIO acontecerá de 24 a 26 de Outubro na Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto e destina-se a estudantes, docentes, investigadores e demais interessados. O projecto tem como

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KUDURO: PROMISCUIDADE OU REVOLUÇÃO?

Por: Joaquim Caundo Todos sabemos que as melhores formas de revolução nascem nas ruas. É simples e lógico na medida em que são os suburbanos e residentes das periferias que sofrem na pele a discriminação e a marginalização constantes vindas das classes dominantes. Ao longo dos séculos, os povos oprimidos sempre encontraram na arte uma

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DIALOGISMOS EM “NGA MUTURI” DE ALFREDO TRONI

Por Joaquim Caundo INTRODUÇÃO Nga Muturi é a típica narrativa oitocentista Angolana, pois retrata inequivocamente e sem sombra de dúvidas a sociedade crioula na qual Luanda estava se transformando na época. Com os portugueses chegando cada vez mais aos milhares e consumando a sua ocupação, nessa que um dia viria a ser a capital do

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