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INTERMUSICALIDADE – UMA ANÁLISE A VOLTA DAS MÚSICAS: “VOLTEI COM ELA E MINHA BÊBADA”

Por: Sérgio Van-Dúnem[1] A arte é transformar ou dar beleza a alguma coisa, do ponto de vista estético, segundo a percepção individual. De acordo com Bohumil Med (1996:9) “a arte, como dizem os antigos, é a revelação do belo conforme o meio de expressão. Dentre as muitas artes que eventualmente existem pelo mundo, a música

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EXÍLIO E MEMÓRIA EM “JESUSALÉM” DE MIA COUTO

Por Domingas Monte[1] Os exilados estão separados das raízes, da terra natal, do passado. Em geral, não têm exércitos ou estados, embora estejam com frequência em busca deles. Portanto, eles sentem uma necessidade urgente de reconstituir as suas vidas rompidas e preferem ver a si mesmos como parte de uma ideologia triunfante ou de um

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A POLÍTICA DE NETO: Afirmação da construção de um Estado (Análise Literária do Discurso da Proclamação da República Popular de Angola – 11/11/1975)

Por: Isaac Jorge, Joaquim Caundo e Rosa Camolaquenda[1] INTRODUÇÃO A certos homens é-lhes incumbido não só o direito, como o dever passivo de velarem pelo bem comum, intrínseco a cada um de nós, desempenhando diversas funções para alcançarem tal fim. Como estipulou Maquiavel, “Tempos de guerra necessitam medidas extremas”, e estes momentos também requerem inevitavelmente

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A POÉTICA DE NETO: EM BUSCA DE UMA IDENTIDADE CULTURAL ANGOLANA

Por: Domingas Monte INTRODUÇÃO O contexto da criação poética de Agostinho Neto é de alienação identitária, cultural, económica e política, ou seja, o da colonização, imposta pelo expansionista português, daí a necessidade de um despertar para reivindicar os direitos autóctones e libertar, num primeiro plano as mentes alienadas e escravizadas; e num segundo plano lutar

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O KUDURO E A MODA

Por: Rosa Camolaquenda Kuduro, o ritmo dançante que envolve Angola e arredores num clima de muito espetáculo e factos curiosos. Teve o seu surgimento em Luanda-Angola nos finais dos anos 90, aquele que anos depois se tornava no maior e mais conhecido estilo de música e dança do país teve como seus pioneiros Tony Amado,

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KUDURO: PROMISCUIDADE OU REVOLUÇÃO?

Por: Joaquim Caundo Todos sabemos que as melhores formas de revolução nascem nas ruas. É simples e lógico na medida em que são os suburbanos e residentes das periferias que sofrem na pele a discriminação e a marginalização constantes vindas das classes dominantes. Ao longo dos séculos, os povos oprimidos sempre encontraram na arte uma

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NE MBOMA, NE NKAYI YO NE NSESI; A JIBOIA, O VEADO E A GAZELA

NE MBOMA, NE NKAYI YO NE NSESI Ne Mboma yo Ne Nkayi yo Ne Nsesi, batunga vata dyawu.Ne Mboma wawu ka mona e nzala, wa yanda vavi madya mandi.Muna kwendela ye ntinu za saka, walanvula nti wafwa ye wabatakana kuna nsi a nti wawuna. Wawu kanwananga mukuki kula, Ne Kayi walwaka vana.Yandi mboma wavova vo:

DIALOGISMOS EM “NGA MUTURI” DE ALFREDO TRONI

Por Joaquim Caundo INTRODUÇÃO Nga Muturi é a típica narrativa oitocentista Angolana, pois retrata inequivocamente e sem sombra de dúvidas a sociedade crioula na qual Luanda estava se transformando na época. Com os portugueses chegando cada vez mais aos milhares e consumando a sua ocupação, nessa que um dia viria a ser a capital do

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Feira Gastronómica

A Associação Mwelo Weto realiza de 05 a 07 de Abril na Mediática Zé Du, a Feira Gastronómica sob o lema “Gastronomia angolana: um veículo para o conhecimento da cultura dos povos de Angola”. Participe, mas traga a família e os amigos e venha partilhar connosco uma experiência gastronómica inesquecível. Obs: Faça-se acompanhar de meio

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Alda Lara, a poetisa de Benguela

Falar de Alda Lara não seria complicado, se apenas lesse para vós alguma biografia pesquisada aqui e ali, na net principalmente. Mas entrar no seu mundo interior, na sua alma, através do estudo da sua obra é um pouco mais difícil. No entanto, aceitei o desafio lançado pela professora Domingas e, de uma forma muito

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