Etiqueta: poema

RENÚNCIA IMPOSSÍVEL

II – Afirmação Ah! Faça-se luz no meu espírito LUZ! Calem–se as frases loucas Desta renúncia impossível. Eu–todos nunca me negarei nunca coincidirei com o nada não me deitarei nunca debaixo dos comboios

MÃE

Que doce e eterno não é, o doce nome de mãe!… Em sua letras se lê tudo o que fé viva tem!…

ADEUS À HORA DA LARGADA

Minha mãe (todas as mãe negras cujos filhos partiram) tu me ensinaste a esperar como esperaste nas horas difíceis

Rumo

É tempo, companheiro! Caminhemos… Longe, a Terra chama por nós, e ninguém resiste à voz Da Terra…

PROMETEU (CANTO INTERIOR DE UMA NOITE FANTÁSTICA)

Sereno, mas resoluto aqui estou – Eu mesmo – gritando desvairado que há um fim por que luto e me impede de passar ao outro lado.

Vadiagem

Naquela hora já noite quando o vento nos traz mistérios a desvendar musseque em fora fui passear as loucuras com os rapazes das ilhas: Uma viola a tocar o Chico a cantar (que bem que canta o Chico!)

Um Amor ao Sol

Com seus olhos conquistaste-me, Numa manhã ensolarada Fui iluminada, E aí descobri algo sublime. O tempo passou E nada mudou, Desde a primeira vez, Eu venci a timidez, E soube que era chegado o momento. Dei-te amor sem esperar receber Só assim pude perceber Que era amor para valer, Doei-me incondicionalmente Amo-te simplesmente É um

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Existência

Faltava algo em mim, Não sabia o que viria a ser, Quando encontrei a solidão, Um vazio preenchia fantasias.

Onde é que tu escreves

Onde é que tu escreves Mandei-te uma carta Com os meus sonhos Para me desvendares onde é que tu escreves, quando estás só?!

Alfarrabista

Alfarrabista Infortúnio pensante Numa xenofobia de perplexo errante Vem fazer incejos triunfantes Para namorares os seios farsantes … Não tenho ideia Nem alcateia Só tenho a geração Parada pela multidão Nesse tempo sem disponibilidade Do saber ao domicílio Mas nem sequer querem auxílio Alecrim de arrogância Cheirando a ouro Porque me tomas? Hoje prevejo milagres

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