Etiqueta: poetisas angolanas

CAVALEIRO NEGRO

Ao longe, entre o arvoredo, avistei tua garbosa imagem…

Rumo

É tempo, companheiro! Caminhemos… Longe, a Terra chama por nós, e ninguém resiste à voz Da Terra…

Nossa Senhora Do Ó

Nossa senhora do Ó… Senhora do ventre pleno, do ventre belo e fecundo, semente que deste o fruto com que Deus salvou o mundo!

Um Amor ao Sol

Com seus olhos conquistaste-me, Numa manhã ensolarada Fui iluminada, E aí descobri algo sublime. O tempo passou E nada mudou, Desde a primeira vez, Eu venci a timidez, E soube que era chegado o momento. Dei-te amor sem esperar receber Só assim pude perceber Que era amor para valer, Doei-me incondicionalmente Amo-te simplesmente É um

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Existência

Faltava algo em mim, Não sabia o que viria a ser, Quando encontrei a solidão, Um vazio preenchia fantasias.

Onde é que tu escreves

Onde é que tu escreves Mandei-te uma carta Com os meus sonhos Para me desvendares onde é que tu escreves, quando estás só?!

Alfarrabista

Alfarrabista Infortúnio pensante Numa xenofobia de perplexo errante Vem fazer incejos triunfantes Para namorares os seios farsantes … Não tenho ideia Nem alcateia Só tenho a geração Parada pela multidão Nesse tempo sem disponibilidade Do saber ao domicílio Mas nem sequer querem auxílio Alecrim de arrogância Cheirando a ouro Porque me tomas? Hoje prevejo milagres

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Vou virar melodia

Vou virar melodia Daquelas que fazem… A alma transbordar E o coração desmanchar Para derramar todo o pranto Sufocado no meu eu Bem dentro do meu ser Quero libertar os gritos Que vagam e ondulam